domingo, 31 de julho de 2022
31.07.2022 - XVIII Domingo do Tempo Comum
sexta-feira, 29 de julho de 2022
30.07.2022 - Festa do Estabelecimento da Cátedra
domingo, 24 de julho de 2022
24.07.2022 - XVII Domingo do Tempo Comum
Amados irmãos e irmãs, neste décimo sétimo domingo do Tempo Comum, somos convidados a rezar sempre. A liturgia recorda para nós a importância da oração. Quando Abraão pedia pelo povo de Sodoma, que havia pecado, ele fica questionando a Deus por quantos justos Deus salvaria a cidade. Deus havia condenado a cidade por seu pecado e não havia em Sodoma quem rezasse por ela. Abraão busca entender a vontade de Deus e vai lhe perguntando o que era necessário para salvar aquela cidade. Deus diz que salvaria a cidade por certas quantidades de justos. Mas, ainda sim Sodoma é destruída. Havia, de fato, irmãos e irmãs, necessidade de único justo para salvar a cidade do pecado e da destruição: Jesus Cristo. Como nos disse a segunda leitura, Jesus é o justo que morreu em nossos lugares, nos justificou, pagou o preço do nosso pecado, removeu a lança que estava voltada contra nós. Por isso, Jesus Cristo crucificado é para nós o modelo de toda oração. Seus braços abertos na cruz realizaram na história humana a mais perfeita oração ao Pai, quando pede por nós o perdão que não merecíamos, mas que Ele por nós mereceu. E é pelo seu mérito que hoje podemos pedir ao Pai qualquer coisa, que Ele nos dará, isto é, porque Jesus nos colocou novamente em relação com o Pai. Deste modo, quando Jesus ensina a rezar, Ele ensina a oração que começa com "Pai nosso". Já podemos chamar novamente a Deus de Pai e elevar a ele nossas mãos, coração, olhares e vozes, para pedir tudo aquilo que pede a Oração do Senhor: o Reino, o pão, o perdão na medida em que perdoamos, não cair em tentação e sermos libertos do mal. E Deus atenderá estes nossos pedidos, na medida em que formos fiéis a Ele. Aos outros pedidos, Deus atenderá conforme sua vontade. Isto porque nem tudo que pedimos é bom para nós. Às vezes Ele não dá o que pedimos e nos revoltamos. Mas, devemos confiar e nunca cessar de orar, pois Ele nos dará tudo que for de melhor, pois é nosso Pai.
sábado, 23 de julho de 2022
23.07.2022 - Dedicação do Sagrado Coração de Cristo Rei
Saúdo com alegria e afeto Dom Iago Alves, Cardeal Diácono desta igreja e em seu nome saúdo todos os irmãos e irmãs aqui presentes. Estamos reunidos para dedicar a Deus esta igreja em honra do Sagrado Coração de Cristo Rei. Toda vez que dedicamos uma Igreja, a Liturgia nos evoca a retornarmos ao fim do exílio na Babilônia. Sim, pois o povo exilado havia sofrido por não ter contato com a Palavra de Deus e por não poder celebrar a liturgia no Templo em Jerusalém. Isso causou no povo a sensação de que Deus os havia abandonado, de que Deus não estava com ele. Tanto que canta o salmista que, no exílio, os opressores os pediam cantos de alegria, mas eles haviam pendurado suas harpas num salgueiro. E perguntam: como cantar os cantares do Senhor numa terra estrangeira? Tudo isso por quê? Porque o povo dependia do templo visível para compreender sua ligação com Deus. De fato, mas ao retornar para Jerusalém, o povo de Deus compreende o amor de Deus que não os abandonou e quando Esdras lê a lei de Deus o povo finalmente volta a se alegrar. Não havia mais motivo para tristeza, pois o próprio Deus estava com eles. Por isso, organizou-se dias de festa. Assim também nós, hoje dedicando esta Igreja recordamo-nos que Deus está conosco e celebraremos neste altar a festa da Eucaristia. As paredes e este altar são dedicados para aqui adorarmos a Deus em Espírito e verdade e zelarmos por este lugar como a própria casa de Deus. Mas, a unção deve ser derramada também sobre nossos corações, pois seremos nós que dia após dia consagraremos esta casa para que seja casa de Deus. A nossa experiência, portanto, nos mostra que já não somos mais o povo de ninguém, não somos um povo renegado, somos o povo de Deus, que escutando sua Palavra e celebrando seus sacramentos, reconhece que Deus está conosco e estará até o fim dos tempos. Assim seja! Amém.
sexta-feira, 22 de julho de 2022
22.07.2022 - 16 anos da Igreja e Festa de Santa Maria Madalena
domingo, 17 de julho de 2022
17.07.2022 - XVI Domingo do Tempo Comum
sexta-feira, 15 de julho de 2022
15.07.2022 - Dedicação do Santuário Nacional
Saúdo com estima e afeto Dom Junior Assis, Arcebispo-Eleito de Aparecida, e em seu nome saúdo os concelebrantes e todos os que estão aqui presentes. Amados irmãos e irmãs, estamos aqui reunidos para dedicar a Deus este Santuário Nacional em honra de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, Padroeira do Habbo Br. Para mim, dedicarmos este Santuário é a realização de um sonho pessoal: uma casa digna para a Mãe Aparecida que não dependa de algum tipo de "aluguel". Sou particularmente devoto de Nossa Senhora Aparecida e por isso estou aqui hoje como romeiro da casa da Mãe. Dedicamos esta Igreja para que ela seja morada de Deus. Mas, como Deus não se detém apenas a esta casa, a dedicamos sobretudo para que aqui seja lugar de encontro de cada pessoa com Deus e com os irmãos. Encontro com Deus, pois ao passar por aqui, o povo mais simples ao mais entendido, se recordará da existência de Deus, ao menos, e a Ele prestará seu culto. Por isso, Deus quis servir-se das igrejas: pois, não sendo prisioneiro delas, nelas habita para que seu povo possa encontrá-lo e adorá-lo em espírito e verdade. Assim, irmãos e irmãs, devemos ser zelosos para com as igrejas e nos empenharmos em edificar o próprio Corpo de Cristo com os irmãos e irmãs. O altar, que aqui tem, de fato, centralidade, deve ser o coração da Igreja toda, como lugar de comunhão com Deus e com os irmãos e irmãs. Em nenhum outro lugar nos unimos tanto com Deus e tanto com os irmãos, como na mesa do altar. O altar é pedra do sacrifício e mesa da refeição: duas dimensões que se completam e que não podemos nos esquecer. Por fim, irmãos e irmãs, que todos que por aqui passarem encontrem-se, como o povo que voltava do exílio no livro de Neemias, a acertada Palavra de Deus que nos anima e consola. E que todos nós, filhos da Mãe Aparecida, nos empenhemos em oferecer a Deus esta igreja por meio de nossos trabalhos e santificação. Amém.
quarta-feira, 13 de julho de 2022
14.07.2022 - Posse em Latrão
terça-feira, 12 de julho de 2022
13.07.2022 - Entronização Pontíficia
domingo, 10 de julho de 2022
11.07.2022 - Memória de São Bento
Irmãos, de nada vale o nosso culto se este não for um culto do coração. O nosso culto se torna vazio se não está de acordo com a nossa vida. É isso que está dizendo para nós hoje o profeta Isaías. Nossa vida deve ser uma vida de acordo com aquilo que celebramos: o próprio Senhor. Não podemos promover a injustiça, a divisão, enfim, o pecado, e depois nos aproximarmos de Deus para oferecer nossa adoração. Esse é um culto exterior. A adoração, a missa, o culto, deve sair do nosso coração, brotar dele de modo natural, como fruto de um coração cheio de amor. Este amor, irmãos e irmãs, é o amor de Deus. Mas, que precisa ser procurado. E só encontra a Deus, só se encontra com seu amor, quem se perde em Deus. É por isso que é preciso amar mais a Deus do que ao pai, mãe, filhos, esposo, esposa, e até mesmo mais do que a si próprio: pois o ser humano só se encontra, só encontra aquilo que realmente é, o sentido da vida, a própria vida, quando se perde em Deus. É quando entramos no coração de Deus, que Ele também faz morada em nosso coração! E aí somos capazes de, como discípulos, introduzir os outros nesta mesma comunhão com Deus. Assim foi a vida de São Bento, que hoje celebramos: um homem que se perdeu de amores no coração de Deus e que deu-nos, em sua regra e em seu exemplo, um intinerario pára sermos todos nós benditos, bentos, abençoados pelo Senhor. Quando isso acontece, não nos contentamos com uma vida medíocre e um culto vazio, mas, fazemos de nossa própria vida uma oferenda agradável ao Senhor. Façamos agora, também, da nossa vida, um sacrifício com o pão e o vinho que iremos oferecer: preparemos os dons com o nosso ofertório.